A n ô n i m o
Seu grito anônimo
ecoa
como gotas prateadas
no horizonte
dos meus ouvidos de pássaro
acorrentado
...Oh, voz doce
que na imortalidade de alma
clama por meu corpo
na madrugada fria
...Oh, Carmenzita
dos lábios de mel
...Onde estás agora
que os cães me olham
e me atacam?